Quinta, 19 de janeiro de 2012
A Hard Comércio de Fixadores e Resinas, empresa do Grupo Hard, com sede em Joinville (SC) e presença global, será a primeira indústria do segmento a utilizar uma câmara de intemperismo acelerado com raios UVA e UVB em tempo integral, operando no Laboratório de Controle de Qualidade da empresa. A câmara será utilizada no processo de inspeção de qualidade de selantes para vedação e borrachas e tintas organometálicas utilizadas pela Hard. O equipamento entrará em linha no início deste ano e servirá ainda para o controle de qualidade e desenvolvimento de novos materiais e aperfeiçoamento dos já existentes. Na prática, o equipamento foi projetado para testes de intempéries acelerada, reproduzindo atmosferas com irradiação UVA ou UVB, condensação, choque térmico, chuva e orvalho, ou uma combinação das mesmas. Assim, a câmara proporcionará estudos mais detalhados sobre a degradação, o envelhecimento dos materiais, perda de cor e brilho, perda de resistência, a desintegração, oxidação e a redução da força. Larri Hartmann, presidente da empresa, explica que este investimento proporcionará o desenvolvimento mais rápido e ágil de soluções ágeis e inovadoras para a indústria da construção civil e metálica e a melhora dos produtos já em linha, bem como melhor controle de qualidade dos produtos adquiridos. “Como este equipamento segue as normas técnicas nacionais e internacionais teremos a possibilidade de desenvolver ou aperfeiçoar soluções para a indústria global da construção civil e metálica”, exemplifica. Os selantes que serão testados são utilizados na construção civil e metálica para preenchimento das juntas de dilatação e colagem de algumas peças. Por isso, explica Larri, é essencial que esses produtos passem por testes rigorosos pois, durante seu uso, precisam apresentar mobilidade, independente da situação climática. É essa mobilidade que impedirá, por exemplo, o concreto de rachar ao ser exposto as variações bruscas de temperatura. Na câmara, a temperatura poderá chegar a 80 graus e a umidade mínima de 95%. O equipamento será operado por três técnicos treinados pelo fabricante. Sem a máquina, a Hard enviava as amostrar para análise em institutos de pesquisa, no exterior.“E não tínhamos a possibilidade de um estudo in loco, com a participação direta de nossos pesquisadores”, comenta. Informação para imprensa
Cristiano Escobar Maia | jornalista Assessoria de Imprensa Fone (47) 9134-0730 E-mail cristiano.escobar@gmail.com Skype escobarmaia
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